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quarta-feira, 4 de novembro de 2015
domingo, 18 de outubro de 2015
ORIGEM DO CONFLITO DE ISRAEL X ESTADO ISLÂMICO- SERIA ISAQUE X ISMAEL?
A história que poucos conhecem...
A Bíblia conta que Deus fez uma promessa de um filho à Abraão, mesmo sendo sua esposa Sara estéril e de idade avançada. Alguns anos se passaram e o filho não chegou.
Sara tentou resolver o problema e achou que deveria tomar alguma providência para “agilizar a promessa” que Deus havia feito. Pediu então que o marido coabitasse com a escrava Agar para que ela lhe gerasse um filho.
Deus, porém, não pediu que ela fizesse isso! Aquele filho representava a tentativa humana de resolver seus problemas, usando os meios e os métodos humanos.
Passados quatorze anos, Sara concebeu Isaque, esse sim o tão sonhado filho da promessa. Dois povos se formaram a partir de Abraão, além de uma guerra sangrenta, que dura até os dias de hoje.
Temos um episódio interessante em Gênesis 16:11-12 quando um anjo do Senhor aparece à Agar quando ainda estava grávida de Ismael e Deus lhe faz uma promessa:
"Disse-lhe também o anjo do Senhor: Eis que concebeste, e darás à luz um filho, e chamarás o seu nome Ismael; porquanto o Senhor ouviu a tua aflição.
E ele será homem feroz, e a sua mão será contra todos, e a mão de todos contra ele; e habitará diante da face de todos os seus irmãos".
Isaque e Ismael crescem...
As Escrituras Sagradas relatam, no Livro de Gênesis, que Isaque cresceu e foi desmamado. Nesse dia, Abraão deu um grande banquete. Vendo Sara que Ismael (filho de Agar) caçoava de Isaque, disse a Abraão que rejeitasse a escrava e seu filho. Disse Sara: “O filho dessa escrava não será herdeiro com Isaque, meu filho.”
Abraão achou ruim tomar tal atitude em relação a Agar, mas Deus disse a Abrão que não temesse e obedecesse à sua mulher. Deus afirmou ainda que Isaque seria chamado à descendência de Abraão. “Abraão acordou de madrugada, tomou pão e um odre de água, pôs nas costas de Agar, deu-lhe o menino e a despediu.” (Gênesis 21.14)
Ela saiu, andando errante pelo deserto de Berseba. No deserto, Deus mandou um anjo a ela e fez uma promessa também para sua geração.
Genesis 21: 18 Ergue-te, levanta o menino e pega-lhe pela mão, porque dele farei uma grande nação.
A religião do Islã, à qual a maioria dos árabes é aderente, tornou essa hostilidade mais profunda. O Alcorão contém instruções de certa forma contraditórias para os muçulmanos em relação aos judeus. Em certo ponto, ele instrui os muçulmanos a tratar os judeus como irmãos, mas em outro ponto, ordena que os muçulmanos ataquem os judeus que se recusam a se converter ao Islã. O Alcorão também introduz um conflito sobre o qual filho de Abraão era realmente o filho da promessa. As Escrituras hebraicas dizem que era Isaque. O Alcorão diz que era Ismael. O Alcorão ensina que foi Ismael a quem Abraão quase sacrificou ao Senhor, não Isaque (em contradição a Gênesis capítulo 22). Este debate sobre quem era o filho da promessa contribui para a hostilidade de hoje em dia.
Localização do território na promessa:
De acordo com o teólogo e cientista da História de Israel Joel Fonseca, quando Abraão ainda morava em Harn, Deus lhe disse, em Gênesis 12.1: "Sai da tua terra, da tua parentela e da casa de teu pai, e vai para a terra que te mostrarei. De ti farei uma grande nação, e te abençoarei". Depois, chegando em Siquém (Nablus), Gênesis 12.7: "Darei à tua descendência esta terra.” Em seguida, em Betel, que fica a meio caminho entre Siquém e Jerusalém, Deus fala em Gênesis 13.14: "Ergue os olhos desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente, porque toda esta terra darei a ti e à tua descendência para sempre." E, finalmente, quando Abraão ficou em Hebrom, a Bíblia diz, em Gênesis 15.18: "Naquele dia fez o Senhor aliança com Abraão, dizendo: à tua descendência dei esta terra, desde o rio do Egito (córrego Arish, não o rio Nilo) até o grande rio Eufrates.”
"Estes foram os limites de Israel marcados por Deus. E o território entre Nablus e Hebrom é exatamente o lugar que está sendo requisitado pelos Palestinos”, disse o cientista. Segundo ele, a área faz parte da terra prometida a Abraão e seus descendentes.
“Trata-se de Israel incluindo Judéia e Samaria. Exatamente neste lugar, hoje, se localiza a área de campo de batalhas das intifadas”, explica.
Cumprimento da promessa feita para Ismael
"Quanto a Ismael, eu te ouvi: Abençoá-lo-ei, fá-lo-ei fecundo e o multiplicarei extraordinariamente; ... dele farei uma grande nação. A minha aliança, porém, estabelecê-la-ei com Isaque." Gênesis, 17. 20. Segundo especialistas em Oriente Médio, os povos árabes são 38 vezes mais numerosos que Israel, e o território deles é 574 vezes maior que o de Israel, sem contar hoje o controle total do petróleo, que se encontra nas mãos do povo Árabe.
Contra fatos não há argumentos...
Com uma nova técnica baseada no estudo da descendência masculina, biólogos concluíram que as várias populações judaicas não apenas são parentes próximas umas das outras, mas também de palestinos, libaneses e sírios.
Pesquisadores fizeram um estudo de DNA e comprovaram que judeus e árabes são parentes próximos, como diz a Bíblia. A descoberta significa que todos são originários de uma mesma comunidade ancestral, que viveu no Oriente Médio há 4.000 anos. Isso significa que a genética comprovou o parentesco bem próximo, maior que o existente entre judeus e a maioria das outras populações.
Segundo eles, quatro milênios representam apenas 200 gerações. Esse tempo seria muito curto para mudanças genéticas significativas. Os cientistas envolvidos no estudo também perceberam que, apesar da longa diáspora, as populações judaicas mantiveram intacta a identidade biológica. Eles afirmam que o resultado não apenas está de acordo com a tradição bíblica, como refutam a tese de que as comunidades judaicas atuais consistem principalmente de descendentes de convertidos de outras crenças.
sexta-feira, 16 de outubro de 2015
O QUE SÃO LÍNGUAS ESTRANHAS?
LÍNGUAS ESTRANHAS
Um assunto complicado e fácil ao mesmo tempo, causa tanta confusão nas ideologias doutrinárias entretanto é tão claro, está tudo na bíblia, para entendermos as línguas estranhas precisamos analisar a Palavra de Deus !
Texto base: Coríntios 14
1 - As línguas estranhas são línguas terrenas? de outro idioma que não conhecemos?
NÃO!!! Não precisamos de um inglês, russo, aramaico pra falar com Deus em mistérios, como a palavra nos ensina, quem fala em línguas não fala para homens, então esqueça essa idéia que línguas estranhas são para evangelizar alguém ou coisa e tal...
Em 1 Coríntios 14:2 está escrito: “Porque o que fala em língua desconhecida não fala aos homens, senão a Deus; porque ninguém o entende, e em espírito fala mistérios”.
2 – Eu edifico a igreja quando falo em línguas??
Também não, ao falar em línguas nós edificamos apenas a nós, pois falamos à Deus em mistério. É uma experiência sobrenatural, a qual não ficamos inconscientes, pelo contrário, fazemos por meio do Espírito Santo contudo conscientes de tudo, ao falar em línguas não entendemos o que estamos falando mas o nosso espírito fala á Deus e nesse momento somos cheios da presença dELE ! Oh gloória !!
Em 1 Coríntios 14:4 está escrito: “O que fala em língua desconhecida edifica-se a si mesmo...”
3 – E se eu quiser falar línguas estranhas em público, na igreja por exemplo, posso?
Pode sim, claro! O apóstolo Paulo nos ensina que em público devemos falar em dois ou no máximo 3 pessoas e que tenha um intérprete (Lembrando que intérprete não é o profissional que interpreta outra língua, cuidado não confunda, nesse caso aqui o intérprete é qualquer pessoa que o Espírito santo quiser usar com o dom da interpretação) para não se tornar algo bagunçado e para que todos compreendam a mensagem.
Em 1 Coríntios 14:13 está escrito: “Por isso, o que fala em língua desconhecida, ore para que a possa interpretar”. Em 1 Coríntios 14:27 está escrito: “E, se alguém falar em língua desconhecida, faça-se isso
por dois, ou quando muito três, e por sua vez, e haja intérprete”.
4 – Já que pode gerar bagunça posso proibir as línguas estranhas na igreja??
Não, absolutamente não! Deus não faria algo que seria inútil ou ruim, temos que tentar entender isso, o falar em línguas estranhas é um DOM de DEUS, ele fez para que usássemos e buscássemos mesmo. Se algumas pessoas usam esse dom desordenadamente não significa que ele seja algo ruim, até porque se fosse assim não cantaríamos mais, não pregaríamos mais a palavra e não faríamos muitas outras coisas que são maravilhosas por culpa de muitos que fazem essas coisas de maneira errônea. Paulo também fala que ele não é contra as línguas porque ele se considerava o que mais falava em línguas estranhas naquela época!
Em 1 Coríntios 14: 39 está escrito: “Portanto, irmãos, procurai com zelo, profetizar, e não proibais falar línguas”.
5 – Esse dom tem que objetivo além de edificar o Espírito?
É um “sinal” para os incrédulos (infiéis). Em 1 Coríntios 14:22 está escrito: “De sorte que as línguas são um sinal, não para os fiéis, mas para os infiéis...”
6 – “Falar em línguas estranhas” é o mesmo que “dom de variedade de línguas”?
Falar em línguas estranhas constitui falar palavras ininteligíveis (que não se consegue entender) dentro do contexto humano. Já o dom da variedade de línguas consiste na capacidade sobrenatural de falar em um idioma humano estrangeiro que não era previamente conhecido ou estudado pelo locutor. É uma língua idiomática utilizada quando Deus quer usar alguém para falar a outrem cuja língua é diferente,
como podemos ver em Atos 2:7-11, que diz: “E todos pasmavam e se admiravam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses que estão falando? Como é, pois, que os ouvimos falar cada um na própria língua em que nascemos? ”.
8 – Como faço pra saber quem está falando em línguas estranhas?
“Falar em línguas estranhas” não é a mera repetição de palavras que podem ser memorizadas e reproduzidas verbalmente. Há pessoas que não receberam esse dom ainda e acabam memorizando e repetindo palavras (ininteligíveis) ditas por pessoas que “falam em línguas estranhas”... A mera repetição de tais palavras não constitui o “falar em línguas”.
Neste caso, temos uma imitação e não uma ação sobrenatural do Espírito Santo sobre a vida do cristão. Porém até onde analisar se alguém está ou não está falando em línguas é tão importante pra você, porquê talvez isso não te afete, línguas não é profecia que criará um vínculo entre você, Deus e a pessoa, línguas é algo pessoal, e se alguém com muita vontade de falar escuta alguém falando e acaba imitando na emoção do momento achando que está falando também? é um problema dela com Deus, não cabe crítica, cabe uma busca maior, um entendimento maior... A não ser que alguém fale em público, aí sim te afetará, e cabe maior preocupação, veja, falei preocupação e não crítica!! Nesse caso, como em todas as coisas sobrenaturais em que acreditamos, precisamos da testificação do Espírito Santo dentro de nós pra sabermos se é ou não Deus falando, e até mesmo como agir em tal situação.
9 – Quem fala em línguas estranhas é mais espiritual que os demais que não passaram pela mesma experiência??
Haha, ótimo questionamento para finalizarmos esse assunto, claro que não né gente!
Alguns pentecostais acham que por não falar em línguas não chegaram ao nível de cristão em toda a sua plenitude. Isto não é verdade! Eu particularmente acredito que todos devemos sim buscar a presença de Deus em níveis cada vez mais profundos, e consequentemente buscando cada vez mais os dons espirituais, por quê? Porque quem está em comunhão com Deus buscando o Espírito Santo fica desesperado por almas, por apresentar esse Deus para o maior número de pessoas... E os dons nos auxiliam nessa caminhada do evangelho, O Espírito Santo nos presenteia com dons de acordo com nossa caminhada ministerial. Com a necessidade, por exemplo, Eu não possuo o dom de cura, porém vou para um local que tem alguém enfermo e o Espírito santo curará através da minha vida, assim acontece com a libertação, a profecia, as línguas estranhas... Assim sendo, ninguém JAMAIS estará impedido de buscar e pedir por algo que é tão bom, tão edificante como o dom de línguas estranhas!
Texto: Renata Idelice
Estudo: Renata Idelice
Fonte: Bíblia Sagrada
sexta-feira, 18 de setembro de 2015
Devemos ter TEMOR à DEUS ?
Significado da palavra TEMOR:
Medo, receio, pavor e terror de algo ou alguma coisa.
E agora?
Temos mesmo que temer à esse Deus que é amor?
A bíblia nos manda ter MEDO de Deus?
Temor e Medo são a mesma coisa?
O que a bíblia nos diz?
Filipenses 2:12: "De sorte que, meus amados, assim como sempre obedecestes, não só na minha presença, mas muito mais agora na minha ausência, assim também operai a vossa salvação com temor e tremor"
Vimos então que na bíblia temos uma ordenança para temermos à Deus, e não encontramos essa ideia apenas nessa passagem em especial, na bíblia há diversas passagens afirmando ou seja, respondendo à pergunta do nosso questionamento devemos SIM temer à Deus. Há outras passagens bíblicas que vão reforçar essa afirmação, Você poderá conferir em:
Hebreus 12:28-29
Deuteronômio 5:29
Salmos 111:10
Provérbios 15:16
Eclesiastes 12:13
Jeremias 10:7
Apocalipse 15:4
Então, se a bíblia nos manda temer à Deus ela nos manda ter medo de Deus? Já que medo é sinônimo de temor?
Resposta: NÃO! Não devemos ter medo de Deus!! 1 Jo diz que:
"No amor não há medo, antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor".
"No amor não há medo, antes o perfeito amor lança fora o medo; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor".
Então porque a bíblia nos ensina
a ter temor à Deus ?
a ter temor à Deus ?
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